é estranho escrever em público para um público que pouco existe. é estranho escrever para mim e guardar os papéis até que a primeira traça, ou o primeiro vírus os corrompa. é estranho pixar uma parede de banheiro. é estranho ver que do nada ao lugar nenhum existe um infinito e que da parede do banheiro ao muro existe apenas a espessura dum tijolo.
é estranho ver que fizemos tão pouco em tão muito tempo. é estranho ver que nunca estamos satisfeitos, mesmo quando deveriamos estar. é estranho ver como vendem os livros de auto ajuda. é estranho ver o quando as pessoas não solucionam os seus próprios problemas, é estranho simplesmente ver. é estranho vi ver
segunda-feira, 9 de julho de 2012
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Poema dedicado ao ensino da redação (ou algo assim)
Desconsiderando quase tudo o poema fica bonitinho. Sobra a intenção.
E sobre ela é o seguinte, o poema fica dedicado a vibração do dia: ondas a 60Hz. Mentira.
É a leve triteza: sensação do incrível desencontro com alguém que está logo ao lado.
Que sejam despedidas pedidos desfeitos
desfechos em aberto,
fechados. Ciclo. é reencontro
encontrar-se com o próximo
e do próximo tirar o algo mais
além da saudade no peito
Despedir-se é ver-se mais,
despir-se. encontrar as vezes
as melhores coisas nos desencontros
Que sejam despedidas apenas cartas não lidas
att
c.
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